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	<description>Marketing Esportivo</description>
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		<title>Chegou o Sócio Dragão Kids, nova modalidade de associação do América</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 13:17:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Kids]]></category>
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		<description><![CDATA[Crianças até 12 anos filhos ou não de associados podem aderir ao programa No Ano do Dragão, o programa de relacionamento do América tem mais uma novidade. Foi lançado no sábado, dia 31 de março, o Sócio Dragão Kids, nova modalidade de associação do clube. O lançamento aconteceu no intervalo do jogo entre o América [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Crianças até 12 anos filhos ou não de associados podem aderir ao programa </em></p>
<p><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/04/logo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-898" title="logo" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/04/logo-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>No Ano do Dragão, o programa de relacionamento do América tem mais uma novidade. Foi lançado no sábado, dia 31 de março, o Sócio Dragão Kids, nova modalidade de associação do clube.</p>
<p>O lançamento aconteceu no intervalo do jogo entre o América e Alecrim, no estádio Nazarenão, em Goianinha, válido pela sexta rodada do returno do Campeonato Potiguar.</p>
<p>No lançamento, as crianças ganharam brindes e participaram de algumas ações com jogadores durante o intervalo da partida.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong> &#8211; O programa é destinado a qualquer criança com até 12 anos completados em 2012, ou seja, àqueles nascidos a partir de 2000 podem fazer a adesão.</p>
<p>A taxa de adesão é de apenas R$ 20, sendo que filhos e/ou dependentes de sócios não pagarão mensalidades. Já para os demais a mensalidade será de R$ 10.</p>
<p>“O Sócio Dragão Kids vai inserir as crianças dentro do clube, queremos que ela participe da vida do América desde cedo. Por isso estamos lançando essa modalidade, queremos conquistar as crianças, atendendo a uma demanda antiga que tínhamos aqui no América”, explica o presidente Alex Padang.</p>
<p>Para que o programa fosse bem aceito pelos pequenos torcedores, uma nova linha visual foi trabalhada. A logo exclusiva do Sócio Dragão Kids será utilizada na carteirinha e também nas demais peças promocionais destinada às crianças.</p>
<p><strong>Benefícios</strong> – Aderindo ao Sócio Dragão Kids, além do Smart Card, o pequeno sócio terá direito a um diploma assinado pelo presidente Alex Padang e a uma camisa oficial do programa de relacionamento.</p>
<p>Os sócios kids também participarão de sorteios e ações com jogadores, inclusive dentro de campo em dias de jogos, além de ter descontos em lojas conveniadas.</p>
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		<title>Metade dos brasileiros está disposta a pagar por conteúdo esportivo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 15:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[conteúdo esportivo]]></category>
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		<category><![CDATA[Nielsen Sports]]></category>

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		<description><![CDATA[Um total de 48,5% dos brasileiros está disposto a pagar para ter acesso a conteúdo esportivo. É o que indica a segunda etapa do estudo Ambiente Esportivo, iniciado em junho de 2011 pela Nielsen Sports com a participação de moradores de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza e Belém. De acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um total de 48,5% dos brasileiros está disposto a pagar para ter acesso a <a rel="nofollow" href="http://mundodomarketing.com.br/#">conteúdo</a> esportivo. É o que indica a segunda etapa do estudo Ambiente Esportivo,  iniciado em junho de 2011 pela Nielsen Sports com a participação de  moradores de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza e  Belém.</p>
<p><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/nielsen_futebol.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-892" title="nielsen_futebol" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/nielsen_futebol-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
<p>De acordo com o levantamento, 25% da população busca na internet  conteúdo relacionado ao esporte, como resultados de jogos de futebol e  seus melhores momentos.</p>
<p>No total, apenas 2,5% dos brasileiros pagam para ter acesso a esse tipo  de informação e 17,8% afirmam que aceitariam pagar no caso de um jogo  de futebol muito importante.</p>
<p>Em relação a <a rel="nofollow" href="http://mundodomarketing.com.br/#">assistir</a> aos jogos nos estádios, 49% da população aponta o preço dos ingressos  como principal empecilho, seguido pela falta de divulgação, de acordo  com 28% dos entrevistados.</p>
<p><em>Fonte: Mundo do Marketing</em></p>
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		<title>Carlsberg inaugura arquibancada com garrafa gigante</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 12:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando se acaba de construir um navio, e vai lançá-lo ao mar, existe uma tradição que não pode ser quebrada de jeito nenhum: o batismo. Você já deve ter visto quando quebram uma garrafa para dar boa sorte as próximas viagens. Então a Carlsberg também resolveu não quebrar esta tradição. Para inaugurar seu patrocínio à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se acaba de construir um navio, e vai lançá-lo ao mar, existe uma tradição que não pode ser quebrada de jeito nenhum: o batismo. Você já deve ter visto quando quebram uma garrafa para dar boa sorte as próximas viagens. Então a Carlsberg também resolveu não quebrar esta tradição.<a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Carlsberg01-560x317.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-888" title="Carlsberg01-560x317" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Carlsberg01-560x317-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a><br />
Para inaugurar seu patrocínio à arquibancada no estádio do time de futebol dinamarquês F.C. København, em Copenhague, a Carlsberg decidiu batizá-lo com uma garrafa da cerveja gigante!</p>
<p>Para realizar o feito, foi chamado um grupo de engenheiros para montar uma estrutura e arremessar a garrafa contra a arquibancada. Confira abaixo o vídeo da ação:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Key Ingredients Of A World Class Stadium &#8211; Michael Cunnah</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Michael Cunnah]]></category>
		<category><![CDATA[stadium]]></category>
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		<description><![CDATA[A world class stadium needs to be iconic to help the owners to secure events to build a busy and compelling business plan.  The iconic nature of a stadium is usually defined by its design and sometimes by a particular feature – eg. Wembley Stadium with its arch, or the Allianz Stadium with its distinctive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A world class stadium needs to be iconic to help the owners to secure events to build a busy and compelling business plan.  The iconic nature of a stadium is usually defined by its design and sometimes by a particular feature – eg. Wembley Stadium with its arch, or the Allianz Stadium with its distinctive exterior. Despite the need to be iconic, the appearance of the stadium it is not the most important aspect of the design. World class stadia can only justify this description if they deliver a fabulous customer experience. The quality of the customer experience is determined by the commercial and operational capabilities of the stadium. World class stadia are commercial successes; those that are not are a burden on the owners or tax payers. At worst, they are a white elephant.</p>
<p>In the last ten years, public buildings such as airports and railway stations have become very dependent upon technology to control almost every aspect of their operations. Despite the enormous benefits to be gained, stadia have been relatively slow to adopt technology and have not yet taken full advantage of its capabilities. Stadium design now needs to be much more sophisticated through maximising the use of available technology.</p>
<p>So many sports events are televised that spectators often have the choice as to whether to stay at home and watch the event or go to the stadium. Those in the stadium enjoy the atmosphere of the live event but many prefer to watch at home because of the comfort and because they now have a fantastic array of entertainment. Those at home can watch the game from all angles as the broadcasters use up to 60 camera positions; they get replays of key passages of play and expert analysis. It is undoubtedly true that, at the moment, those who stay at home are more aware of what has happened during the event than those who are in the stadium.</p>
<p>The challenge for stadium owners and designers is to deliver the comfort and entertainment of home, combined with the excitement of the live atmosphere. Stadia that do will be truly world class.</p>
<p><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Michael-Cunnah.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-884" title="Michael Cunnah" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Michael-Cunnah-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><br />
<strong>World class stadia will include the following-</strong></p>
<p><strong>1. Entertainment</strong></p>
<p>Large screens deliver a shared experience for everyone in the stadium, small screens allow fans to have personalised entertainment. A lack of investment in the technical infrastructure has, to date, constrained the available entertainment within stadia, primarily because stadium owners are uncertain as to whether such activity has a financial payback. The outstanding question for owners is “can these fan offerings be monetised?” There may also be some concern as to the reliability of the technology.</p>
<p>Once uncertainty is overcome, personalised entertainment through fans’ smart phones will be commonplace. Those fans attending a live game will expect to be able to see the same replays and expert analysis that everyone at home enjoys. They will be able to receive match day information, tweet and participate in other social media with friends,  place bets, order food and drink, respond to on-line competitions and many other activities that are still be developed.</p>
<p>Stadium owners will find ways to monetise these offerings but more importantly, fans are going to insist on these facilities anyway. Going to the game has to be the ultimate experience not a compromise.</p>
<p><strong>2. Comfort</strong></p>
<p>Sitting at home on the sofa is a very comfortable experience. This will never be perfectly replicated in the stadium however the discomfort needs to be removed from the stadium experience. Largely this can be achieved through space and plenty of it. Sitting or standing in an inadequate space is uncomfortable. Queuing for long periods, to use toilets or get food or drink is unacceptable.</p>
<p>Every seat in a stadium needs to be wide enough and have the leg room to make it a pleasant experience. Fans are not battery hens; they need to be able to move around. When they do move around they should expect that walkways are wide enough, the areas around bars or TV screens are more than adequate for hanging around and for meeting and chatting to others to enhance the communal experience.</p>
<p>Space costs money. To really deliver space to the fan within a stadium will cost money. The stadium will probably need to be bigger than it has traditionally been. Stadia may even need to be a different shape. To date, stadia have typically been developed as a tall thin building around the playing field.  Space in communal areas has often been limited by the width of the building. The mindset has to change so that the shape and size of a building is determined by its function and not its proximity to a playing field.</p>
<p><strong>3. Commercial</strong></p>
<p>Through screens large and small, the stadium owners and their commercial partners have the power to pour out messages to their patrons. Through innovative, centralised digital and content distribution stadium owners can send different messages / content to every single screen in the stadium – even if there are a thousand of them. This means that sponsors and advertisers can really target the customers that they would like to reach.</p>
<p>Some sponsors might like to sponsor and provide tailored images to the screens in the corporate lounge. Others might want to sponsor and have images on the screens in one of the public areas. The stadium might package these rights for parts of the game i.e. one company could sponsor the corporate lounge for the first half of a game and another could sponsor it for the second half, with screen time shared accordingly.</p>
<p>The capability of this type of in-stadium technology means that the size and quality of the commercial programme is only limited by the creativity of those that are involved in its design. Some creative commercial managers or sponsors will come up with some fantastic ideas. This will blur the lines between sponsorship, advertising and entertainment. It will all be part of the live experience. The Americans have always been ahead of the rest of the world in thinking about and delivering in-stadium experiences and it may be no coincidence that Cisco, an American company, has designed StadiumVision, a package which delivers incredible possibilities in this area.</p>
<p><strong>4. Flexibility</strong></p>
<p>A stadium is normally limited in the number of events that it hosts. A stadium might have (say) 30 events annually and therefore have 335 days per year when the stadium is potentially unused. The challenge for all stadium owners is to build flexible facilities that can be quickly converted from one type of event to another. The possibilities for the combination of events are limitless and dependent upon the local market. In Houston, Texas the Reliance Stadium hosts rodeo and NFL football, many Australian stadia host cricket and Aussie rules football and, in England, Wembley has hosted football, rugby, concerts, motor racing, NFL football and many more events. Even greater flexibility will be achieved by more easily dividing large stadia into smaller arenas to increase the type and number of events that can be hosted.</p>
<p>The flexibility of a stadium is limited by the fixed nature of the structure and key features, such as seating. World class stadia will, in future, be very flexible because they will include easily removable seats so that smaller events can be held without that dreadful feeing that comes from seeing so many empty seats in an oversized venue. It would be commercially attractive and add to the customer experience if large stadia could be adapted in this way.</p>
<p>There are some very sophisticated seating systems that allow them to be installed or removed in hours. This allows stadium owners to respond to games with huge demand by putting in extra seats. When the demand is less the seats can be excluded and the space that is freed up could be used to provide more food, drink and other commercial concessions. Temporary commercial concessions are very convenient for such purposes as they are easy to install and would have a very attractive payback as well as adding significantly to the customer comfort and experience.</p>
<p>World class stadia will be less about permanent, immovable facilities and more and more about the inclusion of flexible seating and other key facilities. The more that the stadium can be temporary by nature, the greater the flexibility of the stadium and the better will be the stadium’s business plan.</p>
<p><strong>5. Environmental sustainability</strong></p>
<p>Sport is not very environmentally friendly. Fans travel miles to attend events which consume huge amounts of power and water and generate tons and tons of rubbish.</p>
<p>World class stadia will be those whose net impact on the environment is negligible. Stadia could generate their own electricity, even be a net contributor to the national grid. They can use their roofs to catch rain to be used within the stadium.</p>
<p>Events can become zero-waste. Everything that fans dispose of can be re-cycled or composted.  World class stadia will be environmentally friendly.</p>
<p>The importance of detailed operational design in creating world class stadia</p>
<p>Too often stadium construction is undertaken before some key questions are addressed.  Who are we, what is the commercial opportunity, how do we sit within the local community and how does this impact on the business plan? If not tackled up front, key issues will arise during the build and will still need to be addressed. This adds cost through re-design and sometimes through re-work.</p>
<p>Key elements such as commercial capability, operational flexibility, technology and environmental sustainability are far more important than the look and shape of the building in which they are housed. World class stadium design in the future will stay in the design brief stage for much, much longer. The key design work will be completed by the operators, the commercial managers and the technologists. Input from the architects at this stage will be minimal. As stadia get more sophisticated, the challenge will be to keep up to date with technological developments. It will be imperative that the detailed operational design includes a digital network that will be easily updated and upgraded in the future.</p>
<p>Commercial and operational design is very iterative as one impacts the other and both need to use technology to produce the best results. The challenge for architects is to make suggestions during the design process that improve the operational capability of a stadium. They should contribute to the creation of the design brief but not control it. Commercial, operational and technological aspects of a stadium should be the starting point for design and not, as sometimes seems to be the case, retrofitted at a later stage.</p>
<p>When the detailed design brief is completed, and only when this document exists in great detail, it can be handed to the architects who will design the building which delivers all of the specified operational requirements. The commercial and operational managers who created the design brief should stay involved in the design of the stadium and also through the construction phase. In this way stadia will be fit for purpose and well-coordinated to deliver an excellent customer experience and achieve the business plan targets.</p>
<p><strong>About Michael Cunnah:</strong></p>
<p>From 1998-2001, Michael was the Chief Financial Officer for The Football Association. He was responsible for guiding English football&#8217;s governing body and its finances through a period of strong commercial growth. He also Initiated the creation of the Football Foundation, which has raised more than £500m for the development of grass-roots football for the purpose of maximisng participation in the game.</p>
<p>From 2001-2006, Michael worked as Chief Executive Officer for Wembley National Stadium Ltd where he was guided Wembley National Stadium Ltd (WNSL) from a perilous financial position &#8211; with a very uncertain future &#8211; to become a huge commercial success with much public acclaim for the new National Stadium itself.</p>
<p>His CV also boasts a stint with Aston Villa F.C as Chief Operating Officer from 2007-2008.  He is currently the Chairman of Mobsventures Ltd, a Strategic Advisor at Jamaica Village Ltd, Director of Int’l Media Content Ltd and the Managing Director at International Services Group.</p>
<p>Michael has been a Strategic Advisor at iSportconnect since Feb 2011.</p>
<p>Fonte: http://www.isportconnect.com/</p>
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		<title>O Modelo de Wembley</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Proprietários de arenas mundo afora, lutam freqüentemente, todos os meses, para fechar as contas no azul, constantemente à procura de soluções viáveis e inovadoras, que lhes permitam a criar novos ativos de receita e equilibrar a utilização dos seus espaços físicos. Dentro desse cenário e levando-se em conta o atual ambiente econômico, o estádio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Proprietários de arenas mundo afora, lutam freqüentemente, todos os meses, para fechar as contas no azul, constantemente à procura de soluções viáveis e inovadoras, que lhes permitam a criar novos ativos de receita e equilibrar a utilização dos seus espaços físicos. Dentro desse cenário e levando-se em conta o atual ambiente econômico, o estádio de Wembley em Londres parece ter encontrado um sólido caminho de crescimento, tornando-se uma das vedetes do mercado de gerenciamento de arenas.</p>
<p><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/SolidCaptureImage11216031.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-880" title="SolidCaptureImage11216031" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/SolidCaptureImage11216031-300x188.png" alt="" width="300" height="188" /></a></p>
<p>A solidez do modelo de negócios da arena, veio do fruto da necessidade, afinal de contas, o novo estádio de Wembley custou aos cofres britânicos algo em torno de R$ 2 bilhões, custo esse, que ainda não foi totalmente quitado pelos proprietários da arena, devendo ocorrer somente no ano de 2015. No entanto, a nova administração já definiu o tom ao reconhecer a necessidade de que a arena seja de fato multiuso, certificando-se de que as empresas organizadoras de eventos se sintam em casa e totalmente apoiada pelo staff da arena quando da realização dos seus respectivos eventos.</p>
<p>E olhe que essa excelência não é fácil de ser atingida, pois a licença do estádio permite um número máximo de 39 eventos de grande porte por ano (que se utilizam todas as dependências do estádio), colocando uma enorme pressão sobre os administradores da arena que se vêem em desvantagem em relação as outras arenas de esporte &amp; entretenimento de Londres e da Europa. Só para se ter uma idéia, a arena O2 de Londres, controlada pela gigante norte-americana AEG, realiza mais de 100 eventos por ano nas suas dependências.</p>
<p><strong>Então! Qual é a mágica por trás do sucesso operacional de Wembley?</strong></p>
<p>É oferecer a melhor experiência possível, além da capacidade de público de 90.000 lugares, que poucas arenas européias conseguem igualar, mas a capacidade é vista como uma faca de 2 gumes, pois existem várias arenas de grande porte no mundo que tem dado prejuízo anualmente. O segredo da administração de Wembley esta focado no setor de hospitalidade, através da sua operação de hospitalidade chamada de Club Wembley.</p>
<p>O tamanho e a escala da operação de hospitalidade de Wembley são enormes. A arena possui 98 cozinhas, 2.600 banheiros, 4 dos maiores restaurantes na região de Londres com uma capacidade de 10.500 convidados e 2 milhões de quadrados metros de espaço de hospitalidade. O Club Wembley é de fato responsável por grande parte do resultado operacional da arena, com uma participação superior a 70% das receitas totais geradas anualmente.</p>
<p>Mas a administração de Wembley não faz isso sozinha, ela foi procurar a assistência de especialistas na área, nesse caso o gigante do setor de mídia &amp; hospitalidade, a IMG, para maximizar o fluxo de operação. O entendimento do perfil de sua clientela tem sido vital para que a renovação dos contratos de hospitalidade corporativa sejam os melhores de todo o Reino Unido (eles cobram cerca R$ 28 mil por assento). A maioria dos clientes do Club Wembley é indivíduo com elevado patrimônio líquido, sendo assim, todo os membros do staff estão sempre dispostos a oferecer benefícios  adicionais aos clientes, oferecendo muito mais do que o inicialmente contratado pelo cliente.</p>
<p>Wembley utiliza um sistema CRM para tornar tudo isso em realidade. Qualquer informação aprendida sobre Club Wembley vira um perfil, que pode ser acessado por qualquer funcionário que precise se comunicar com um determinado membro – idade das crianças, aniversários, status de emprego, eventos assistidos, e-mails abertos ou ignorados pertinentes.</p>
<p>As informações são atualizadas constantemente.  Apesar de  todo o seu recente sucesso a equipe de gestão de Wembley, se mantém antenada com as tendências vindas de outros mercados, como por exemplo os EUA, principalmente no aspecto tecnologia do negócio – smartphones e comprimidos ações interativas em tempo real, pedidos de comida entre outros-, mas sempre procurando colocá-las dentro do contexto que cada esporte, já que os principais esportes norte americanos possuem muitas paradas comerciais  e futebol profissional não.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fdmla.com/blog" target="_blank">http://www.fdmla.com/blog</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Copa 2014 terá impacto de R$ 183 bilhões ao PIB nacional até 2019</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 14:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça algumas projeções de investimento e da repercussão da realização do Mundial de 2014 no Brasil O trabalho que levou à consolidação desses dados foi realizado pela empresa Value Partners Brasil Ltda, contratada por licitação pelo Ministério do Esporte. As ferramentas adotadas para cálculo do impacto econômico direto e indireto na economia brasileira partem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conheça algumas projeções de investimento e da repercussão da realização do Mundial de 2014 no Brasil</em></p>
<p><em><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/info_01.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-876" title="info_01" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/info_01-300x268.jpg" alt="" width="300" height="268" /></a><br />
</em></p>
<p>O trabalho que levou à consolidação desses dados foi realizado pela empresa Value Partners Brasil Ltda, contratada por licitação pelo Ministério do Esporte.</p>
<p>As ferramentas adotadas para cálculo do impacto econômico direto e indireto na economia brasileira partem de metodologias internacionalmente adotadas, em especial a seguinte literatura:</p>
<p>- Handbook on the economics of sport – Wlademir Andreff, Stefan Szymastic</p>
<p>- Predicting the economic impact of the 2010 FIFA World Cup on South Africa</p>
<p>- What does Germany expect to gain from hosting the 2006 Football World Cup; Macroeconomic and Regional economic Effects</p>
<p>- Economic Impact of the Korea and Japean World Cup</p>
<p>- France and The 1998 World Cup – The National Impact of a World Sporting</p>
<p>Foram considerados investimentos para a Copa tanto aqueles que decorrerão exclusivamente do evento (estádios, por exemplo) como aqueles que terão a implementação acelerada/adiantada (como aeroportos). Tal conceito também foi adotado na avaliação de impacto econômico da Copa em outros países, conferindo a esse estudo uma comparabilidade com análises anteriores.</p>
<p>Tal hipótese, no entanto, não torna uniforme o perímetro de áreas de infraestrutura consideradas, uma vez que a prioridade de investimentos em cada governo é diferente em cada Copa. A Alemanha, por exemplo, priorizou investimentos na malha rodoviária para o Mundial de 2006. No Brasil, esse segmento não foi definido como prioritário.</p>
<p>- Para os investimentos em infraestrutura, o estudo tem por base projeções econômicas a partir de:</p>
<p>- Projetos e linhas de financiamento formalizadas até 28/02/2010 (mobilidade urbana, estádios e hotelaria);</p>
<p>- Estimativas internas de governo para projetos em elaboração, mas não formalizados (aeroportos e portos)</p>
<p>- Estimativas de mercado ajustadas para as demais áreas de intervenção (Segurança, TI, Telecomunicações e outros)</p>
<p>Para projeções da movimentação de turistas, o estudo tem por base estimativas feitas pelos técnicos com base na harmonização de duas metodologias:</p>
<p>- Estimativa a partir dos dados elementares de movimentação turística em jogos e fan fests (abordagem “bottom-up”)</p>
<p>- Estimativa a partir de referências internacionais aplicadas às projeções globais de turismo no Brasil (abordagem “top-down”)</p>
<p><em>Fonte: Portal da Copa</em></p>
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		<title>FIFA apresenta o emblema para o evento-teste, que será disputado em 2013</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
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		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Copa da Confederações]]></category>
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		<category><![CDATA[FIFA]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 15 de junho de 2013, o Estádio Nacional de Brasília receberá a partida inaugural. Os vencedores dos títulos continentais de cada uma das seis confederações, a atual campeã mundial Espanha e o Brasil, país-sede, se enfrentarão até a decisão, em 30 de junho, no Maracanã A 500 dias da abertura da Copa das Confederações, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em 15 de junho de 2013, o Estádio Nacional de Brasília receberá a partida inaugural. Os vencedores dos títulos continentais de cada uma das seis confederações, a atual campeã mundial Espanha e o Brasil, país-sede, se enfrentarão até a decisão, em 30 de junho, no Maracanã</em></p>
<p>A 500 dias da abertura da Copa das Confederações, a FIFA apresentou nesta quarta-feira, 1.02, o emblema oficial do evento. A imagem traz uma estilização de um sabiá-laranjeira, uma das aves nativas da fauna brasileira. Desde 3 de outubro de 2002, o sabiá-laranjeira é considerado, por decreto do então presidente Fernando Henrique Cardoso, &#8220;o centro de interesse para as festividades do &#8220;Dia da Ave&#8221;, como símbolo representativo da fauna ornitológica brasileira e considerada popularmente Ave Nacional do Brasil. É comum no Brasil e na América do Sul e identificado pela cor de ferrugem do ventre e pelo canto melodioso durante o período reprodutivo.</p>
<p>No campo esportivo, em 15 de junho de 2013, o Estádio Nacional de Brasília receberá a partida inaugural do “Festival de Campeões”. Os vencedores dos títulos continentais de cada uma das seis confederações, a atual campeã mundial Espanha e o Brasil, como país-sede, se enfrentarão até a decisão, em 30 de junho, no Maracanã.</p>
<p><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/confederadores300.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-872" title="confederadores300" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/02/confederadores300-285x300.jpg" alt="" width="285" height="300" /></a></p>
<p>A competição ainda terá como sedes Belo Horizonte e Fortaleza. Recife e Salvador continuam sujeitas à aprovação final da FIFA e do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo da FIFA. O anúncio final das sedes será em junho.</p>
<p>As oito equipes serão divididas em dois grupos durante o Sorteio Final, que será realizado em São Paulo no dia 1º de dezembro. Os ingressos começam a ser vendidos pouco depois.</p>
<p>“Para nós do Comitê Organizador Local, a Copa das Confederações da FIFA é muito mais do que um torneio preparatório para a Copa do Mundo da FIFA”, afirma o ídolo Ronaldo Nazário de Lima, membro do Conselho de Administração do COL. “Estamos empenhados em preparar uma grande festa no ano que vem, um verdadeiro festival de campeões.”</p>
<p>Alguns desses campeões a que se refere Ronaldo – que venceu o torneio na edição de 1997, na Arábia Saudita – já estão definidos. Além de Brasil e Espanha, três países conquistaram os títulos de suas confederações em 2011 e já garantiram vaga: o México, campeão da Copa Ouro da CONCACAF; o Japão, que venceu a Copa Asiática de Seleções e o Uruguai, vencedor da Copa América. Os demais participantes serão os campeões da Copa Africana de Nações de 2013, da Copa das Nações da Oceania de 2012 e da UEFA Euro 2012.</p>
<p>“Acho que teremos aqui no Brasil o grupo de seleções mais forte desde a criação do torneio”, opina Ronaldo. “Será uma grande oportunidade para os torcedores brasileiros assistirem a um futebol de alto nível nos novos estádios e mostrarem ao mundo um pouco da nossa hospitalidade.”</p>
<p><strong>Cada vez maior </strong>- Desde sua criação em 1992 – então, como a Copa do Rei Fahd, disputada na Arábia Saudita –, a Copa das Confederações da FIFA foi um sucesso de popularidade entre os torcedores e se mostrou mais uma valiosa ocasião para que grandes seleções se reunissem num torneio oficial. Desde a edição da Coréia do Sul e Japão, em 2001, a competição se consolidou como um evento quadrienal, realizado no país-sede da Copa do Mundo da FIFA, um ano antes da mesma. O conceito deu tão certo que os 16 jogos da edição da África do Sul 2009 foram transmitidos ao vivo para 149 territórios, com audiência de 550 milhões de pessoas.</p>
<p>A Copa das Confederações da FIFA ainda merece carinho especial por parte do público brasileiro por causa dos grandes resultados da Seleção Brasileira, que conquistou três das oito edições, inclusive as duas últimas. “Trata-se de uma competição importantíssima, uma prévia da Copa do Mundo da FIFA”, diz Ronaldinho Gaúcho, campeão da edição de 2005, ano em que foi eleito Jogador do Ano da FIFA pela segunda vez. “E esta próxima edição terá um gosto especial por ser no Brasil. Estou muito motivado por isso e espero disputar essa competição em 2013”, completou o atual camisa 10 do Flamengo.</p>
<p><em>Fontes: FIFA.com e Portal da Copa</em></p>
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		<title>Clubes ainda não têm estratégias eficazes de marketing</title>
		<link>http://www.premiergroup.com.br/clubes-ainda-nao-tem-estrategias-eficazes-de-marketing/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 14:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que a paixão por um clube de futebol se resumia a ir ao estádio ou juntar os amigos em frente à TV para assistir aquela partida imperdível com uma camiseta surrada. Hoje o torcedor fiel tem camiseta oficial, agasalho, chinelo, capinha para celular e até roupa para cachorro. Tudo para ir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que a paixão por um clube de futebol se resumia a ir ao estádio ou juntar os amigos em frente à TV para assistir aquela partida imperdível com uma camiseta surrada. Hoje o torcedor fiel tem camiseta oficial, agasalho, chinelo, capinha para celular e até roupa para cachorro. Tudo para ir ao estádio bem uniformizado na sua cadeira de sócio torcedor. O único problema é que o nome do jogador agora divide espaço com outros nomes, os dos patrocinadores, na camisa oficial.</p>
<p>“O Brasil ainda está na Idade da Pedra no marketing de futebol”, diz Amir Somoggi.</p>
<p>O grande crescimento dos clubes como marca começou por volta da década de 1990, mas foi nos últimos anos que esse mercado mostrou a que veio. De acordo com estudos da consultoria BDO RCS, o mercado da bola superou R$ 2,18 bilhões em receitas no ano de 2010 no Brasil. E a previsão para 2012 é que essa receita seja ainda maior, por conta da renegociação do contrato de direito de imagem com a Rede Globo. As vendas de direitos de imagem para televisão representam 28% da receita total gerada em 2010, superando outros fatores como venda de jogadores, patrocínio e publicidade, e bilheteria.</p>
<p><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/01/369_esportivo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-824" title="369_esportivo" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/01/369_esportivo-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></a></p>
<p><strong>Inspiração Europeia</strong></p>
<p>Ainda que as cifras pareçam expressivas no mundo do futebol, os especialistas são unânimes: o Brasil ainda caminha a passos muito lentos na evolução do marketing de futebol. “A grande maioria dos clubes nacionais são apenas marcas locais, cuja força se baseia na compra e venda de atletas de renome e algum impacto televisivo nacional”, como afirma Mark Pinheiro, diretor executivo da Premier Group, empresa de marketing esportivo.</p>
<p>Amir Somoggi, diretor da consultoria esportiva BDO, vai além. Para ele, os clubes devem atuar como marcas globais, buscar patrocinadores globais nas suas camisas, com foco não só na Copa que está aí, mas na internacionalização de seu faturamento. “Não se trata de um time com títulos, de campeonatos. O Real Madrid não ganha um título há muito tempo, mas continua sendo um dos clubes que mais fatura em todo mundo. Isso porque o conceito que eles trabalham não é o de ‘vamos ser campeões’, mas sim de ‘se envolva, seja mais um dos nossos’” exemplifica Somoggi.</p>
<p>Outra crítica que o diretor da consultoria esportiva faz é quanto à relação dos clubes com seus patrocinadores: “os clubes ainda não sabem trabalhar com seus patrocinadores como aliados. Aqui, uma marca paga para estar na camisa apenas para aparecer na Globo. Na Europa, muitos patrocinadores nem sequer aparecem na camisa do time, mas investem em ações em que ganham para alavancar seus negócios”.</p>
<p><strong>Perspectivas para o futuro</strong></p>
<p>Na visão de Mark Pinheiro, as dificuldades enfrentadas para seguir os passos dos grandes times da Europa não vêm apenas dos clubes, mas são intrínsecas a nossa cultura, em especial ao pensamento de que o futebol é uma entidade social e que, por isso, tem que ser barato e acessível a toda população.</p>
<p>“Infelizmente, o futebol é extremamente caro para ser gerido e se as torcidas querem times que de fato disputem campeonatos, esse custo tem que ser rateado entre direitos de TV, patrocínios e torcida, seja através de programas de sócios, seja através da venda de ingressos e a preços condizentes. Não se faz futebol de ponta com ingressos a R$ 10“, conclui Pinheiro.</p>
<p>Fonte: http://contafio.com.br/marketing-propaganda/marketing/marketing-esportivo-127.html</p>
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		<title>Premier Group and Wembley Stadium Consultancy team up in Brazil</title>
		<link>http://www.premiergroup.com.br/premier-group-and-wembley-stadium-consultancy-tema-up-in-brazil/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[marketing esportivo]]></category>
		<category><![CDATA[Premier Group]]></category>
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		<description><![CDATA[A Brazilian company, experienced in the management of loyalty programs for football clubs, will represent Wembley Stadium Consultancy in Brazil. Wembley Stadium Consultancy is the new consultancy arm of the world famous Wembley Stadium in London, England, which was described by Pelé as “The Church of Football”. Two specialists in planning and management in sports [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Brazilian company, experienced in the management of loyalty programs for football clubs, will represent Wembley Stadium Consultancy in Brazil. Wembley Stadium Consultancy is the new consultancy arm of the world famous Wembley Stadium in London, England, which was described by Pelé as “The Church of Football”.</p>
<p>Two specialists in planning and management in sports marketing are now together. The Brazilian Premier Group and the English Wembley Stadium Consultancy have teamed up to link strength and experience in the Brazilian market.</p>
<p>Wembley Stadium Consultancy specialises in advising on the design, commercialisation and operation of stadia and arenas around the world.<br />
Premier Group has operated in the Brazilian market for more than five years managing relationship programs for football clubs. Among the main clients of the company are the “Sócio Coração”, for Avai Futebol Clube, the “Sócio Tricolor de Aço”, for Fortaleza Esporte Clube, and the “Sócio Dragão” for América Futebol Clube.</p>
<p><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/01/10.-Wembley-Stadium-90000-wembley_stadium_nw140609_21.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-805" title="10. Wembley Stadium (90,000) wembley_stadium_nw140609_21" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/01/10.-Wembley-Stadium-90000-wembley_stadium_nw140609_21-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>In addition, Premier Group developed the software that manages “Sócio Furacão”, from Atlético Paranaense, which currently has over 20,000 members.</p>
<p>&#8220;We handle the entire program, from its initial conception, management of the fans database (CRM), advertising campaigns, loyalty programs, exclusive promotions, customer relations and product licensing, among other services. In other words, the entire lifecycle of a Loyalty Program. We are always aiming to generate more revenue for the club and give the best possible services to the fans.&#8221; said Mark Pinheiro, Director of Premier Group.</p>
<p>Using skilled venue professionals and knowledge gained from many years of industry experience Wembley Stadium Consultancy has operated in the global stadia industry since the 90s (albeit initially as an arm of the old Wembley Stadium), consulting and advising on the establishment and operation of stadia and arenas, from the conceptual stage, design verification and feasibility analysis, business planning, through validation of the technical and operating aspects of a project, monitoring and assessment. Once the construction is concluded, Wembley Stadium Consultancy can provide follow-up advice to the new management on operational and commercial elements.</p>
<p>Most recently, Wembley Stadium Consultancy has undertaken the design verification for the new FC Zenit stadium in St Petersburg, Russia,  which will  host the 2018 World Group and Finals events, the development of business plans and operation of the Jaber Al-Ahmad International Stadium, Kuwait and Green Point Stadium, Cape Town, South Africa.  The Consultancy, through its Centre of Excellence links, is also able to offer training services relating to best practice in Safety and Security, stewarding and response teams, event management and managing high risk event planning and have recently signed an agreement to provide training courses and tutors to the International Centre of Excellence in Stadium Management at Luzhniki Stadium, Moscow.</p>
<p>&#8220;The goal is to have Wembley&#8217;s know-how being applied in Brazil in anticipation for all the work that needs to be done for the 2014 World Cup and 2016 Olympics. There is much to be learned and done here in Brazil in terms of Stadia and Arena management,” commented Pinheiro.<br />
Roger Maslin, Managing Director of Wembley Stadium said: “The 2014 World Cup will require significant investment.  Wembley Stadium Consultancy can provide support for both the design and operation of all new Stadia and Arenas and help maximise return on investment.  Our aim is to provide our knowledge, experience and expertise for the benefit of these new venues.”</p>
<p>Investors, the government and football clubs that have their own stadia can benefit from this relationship. &#8220;We have much to gain from all this international experience now coming to Brazil.&#8221; Pinheiro concluded.</p>
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		<title>Premier Group e Wembley Stadium Consultancy juntam forças no Brasil</title>
		<link>http://www.premiergroup.com.br/premier-group-e-wembley-stadium-consultancy-juntam-forcas-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 14:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa 2014]]></category>
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		<category><![CDATA[estádios]]></category>
		<category><![CDATA[Premier]]></category>
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		<description><![CDATA[Empresa brasileira, referência na gestão de programas de relacionamento com sócios-torcedores de clubes de futebol, irá representar no Brasil a Wembley Stadium Consultancy. A Wembley Stadium Consultancy é o novo braço de consultoria do mundialmente famoso Wembley Stadium em Londres, considerado por Pelé a “Catedral do Futebol”. Duas especialistas no planejamento e gestão na área [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa brasileira, referência na gestão de programas de relacionamento com sócios-torcedores de clubes de futebol, irá representar no Brasil a Wembley Stadium Consultancy. A Wembley Stadium Consultancy é o novo braço de consultoria do mundialmente famoso Wembley Stadium em Londres, considerado por Pelé a “Catedral do Futebol”.</p>
<p><a href="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Wembley_Logo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-801" title="Wembley_Logo" src="http://www.premiergroup.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Wembley_Logo-300x257.jpg" alt="" width="300" height="257" /></a></p>
<p>Duas especialistas no planejamento e gestão na área de marketing esportivo agora estão juntas. A brasileira Premier Group e a inglesa Wembley Stadium Consultancy fecharam uma parceria para união de forças e experiências para trabalhar no mercado brasileiro.</p>
<p>A Wembley Stadium Consultancy é especialista em oferecer consultoria e know-how, no design, comercialização e operação de estádios e arenas ao redor do mundo.</p>
<p>A Premier Group atua no mercado brasileiro há mais de cinco anos, na gestão de programas de relacionamento com sócios-torcedores de clubes de futebol. Entre os principais clientes da empresa estão o Sócio Coração, do Avaí Futebol Clube, de Santa Catarina, o Sócio Tricolor de Aço, do Fortaleza Esporte Clube, e o Sócio Dragão, do América Futebol Clube de Natal.</p>
<p>Além disso, a Premier participou da implantação do Sócio Furacão, do Clube Atlético Paranaense, que conta hoje com mais de 20.000 associados, realizando a gestão tecnológica do programa.</p>
<p>“Cuidamos de todo o programa, desde sua formatação inicial, do envolvimento do associado com o seu clube do coração através da gestão da base de dados (CRM), da rede de benefícios, das campanhas publicitárias na web, de promoções exclusivas,  do atendimento aos clientes, da gestão do licenciamento de produtos, entre outros serviços. Ou seja, todo o ciclo de vida de relacionamento com o sócio. Sempre visando gerar mais receitas para o clube e dar o melhor retorno em serviços possível aos sócios”, explica Mark Pinheiro, diretor da Premier.</p>
<p>Utilizando experientes profissionais e com vasta experiência na gestão de arenas adquirida em vários anos de trabalho nesta indústria, a Wembley Stadium Consultancy atua no mercado global de estádios de futebol desde os anos 90 (apesar de inicialmente operar como um braço do antigo Estádio de Wembley). A empresa trabalha com os clientes na consultoria e assessoria na criação e operação de estádios e arenas, desde a fase conceitual onde ajuda na sua análise de viabilidade e de projeto, elaboração do plano de negócios, passando por validações de todos os aspectos técnicos e operacionais de um projeto, passando pela validação dos aspectos técnicos e operacionais do projeto, até o acompanhamento e auditoria de sua execução. Uma vez concluídas as obras, a Wembley Stadium Consultancy realiza um trabalho de acompanhamento de gestão e utiliza toda a sua rede internacional de parceiros para fomentar negócios e maximizar o retorno do investimento do cliente.</p>
<p>Recentemente a Wembley Stadium Consultancy realizou a validação do design do novo estádio do FC Zenit em São Petersburgo, Rússia, que irá ser sede de jogos e da final da Copa do Mundo de 2018, do desenvolvimento do plano de negócios do Jaber Al-Ahmad International Stadium no Kuait  e do Green Point Stadium na Cidade do Cabo na África do Sul. A consultoria, através de seu Centro de Excelência é capaz de oferecer programas de treinamento relacionados às melhores práticas de operação e segurança, “stewarding” e equipes de emergência, gestão de eventos e gestão de eventos de alto risco e complexidade. Recentemente assinou um contrato para oferecer cursos e treinamento para o Centro de Excelência Internacional em Gestão de Estádios no Estádio de Luzhniki em Moscou.</p>
<p>“O objetivo é que tenhamos todo o know-how de Wembley sendo aplicado aqui no Brasil em antecipação às obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Há muito o que ser aprendido e feito aqui no Brasil em termos de gestão de estádios e arenas”, comenta Pinheiro.</p>
<p>&#8220;A Copa do Mundo de 2014,  irá contar com investimentos significativos. A Wembley Stadium Consultancy pode oferecer suporte tanto no design quanto operação de todas as novas arenas e estádios e ajudar a maximizar o retorno no investimento. Nossa meta é disponibilizar nosso conhecimento e experiência”, diz Roger Maslin, diretor do Estádio de Wembley.</p>
<p>Tanto investidores como governo e clubes de futebol que têm estádios próprios poderão se beneficiar desta parceria. “Temos muito a ganhar ao trazer toda essa experiência internacional para o Brasil”, finalizou Pinheiro.</p>
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